segunda-feira, 27 de maio de 2013
Jesus não foi perseguido pelo Império Romano
domingo, 21 de agosto de 2011
O CREDO NICENO-CONSTANTINOPOLITANO
A Igreja Cristã vinha se desenvolvendo e recebendo aceitação em todas as camadas sociais, e com isso passou a sofrer maior oposição de Roma e do judaísmo, na forma de perseguições e a morte daqueles que professavam à fé cristã. Entretanto, este não foi o único tipo de perseguição sofrida pela igreja. Se por um lado o governo de Diocleciano (284-305) se tornava cada vez mais feroz e brutal, por outro lado, teve início uma nova forma de ataques contra a igreja. Aqueles que se posicionavam contrários a fé se juntaram para tentar destruir tudo que até ali fora ministrado como verdade e revelação direta de Deus para o homem. E foi diante dessa necessidade de defesa da fé e de resposta contra as heresias cristológicas lançadas por Ário e seus seguidores, que surgiu o Credo Niceno. CLIQUE AQUIquinta-feira, 21 de julho de 2011
Jesus não foi perseguido pelo Império Romano

São curiosas as coisas que encontramos na internet. No outro dia, por exemplo, encontrei um site que dizia que Jesus havia sido perseguido pelo Império Romano, a pedido do imperador Otávio Augustus (Caio Júlio Cesar Otaviano Augusto); e ainda dizia mais: dizia que o motivo que levou o Imperador a perseguir Jesus teria sido doutrina que este ensinava com relação à paz, à harmonia, e amor entre os homens.
Sem dúvida parece que alguém deixou de fazer o dever de casa. Talvez os organizadores do site tivessem a intenção de serem sucintos nas explicações e acabaram errando em tudo, isso porque: (para ler mais clique aqui)
sexta-feira, 22 de abril de 2011
PÁSCOA

PÁSCOA
Tempos atrás escrevi sobre a Páscoa de Ostera, uma festa pagã, entre povos romanos e gregos, que marcava a passagem do inverno para a primavera; das trevas para a luz, um período também conhecido como o equinócio da primavera.
A festa de Páscoa, no entanto, além de ser o mais pastoril dos rituais existentes em Israel e, ao mesmo tempo, é o mais próximo dos sacrifícios realizados pelos antigos árabes (o
nde não havia a intervenção sacerdotal), não possuindo, portanto, relação direta com o altar, mas tendo importância fundamental no rito de sangue. Ainda, segundo os estudiosos, o sacrifício realizado com animal novo, durante o período da Primavera, ia de encontro às crenças de obtenção maior fecundidade da terra e do rebanho, ao mesmo tempo em que existia a crença de que o sangue colocado sobre os batentes das portas, ou sobre as armações das tendas, afastaria os poderes maléficos do exterminador.
Existem ainda muitos outros detalhes que encontramos, e que acentuam a crença de que se trata de uma festa de origem nômade. Seja como for, no entanto, a Páscoa judaica, foi instituída por DEUS, para demarcar um novo tempo na vida do povo de Israel.
Já havia 430 anos de cativeiro, e a situação era cada dia pior. Os judeus se lamentavam e sofriam do jugo que lhes era imposto, porém DEUS, ainda que eles não reconhecessem, estava ao lado de seu povo. Providenciando suprir todas as necessidades dessa multidão de pessoas, que em pouco tempo se tornariam uma Nação.
Aquele povo, porém, necessitava aprender a confiar
m tratava-se de um DEUS Vivo e Verdadeiro; o DEUS que havia criado todas por Sua vontade pessoal; portanto, o DEUS Criador e Todo Poderoso.
Para que DEUS se desse a conhecer para os hebreus, e para todos os demais povos da Terra, o SENHOR envia Moisés a Faraó e endurece o coração deste para, através das dez pragas, derrotar os deuses do Egito.
Porém, manda que seu povo mate um cordeiro de um ano e que o sangue seja passado em “ambas as ombreiras e na verga da porta” (Êx. 12.7), para que “o sangue vos será por sinal nas casas em que estiverdes; quando eu vir o sangue, passarei por vós, e não haverá entre vós praga destruidora, quando eu ferir a terra do Egito” (Êx. 12.13).
O fato é que, devido ao sacrifício do cordeiro, o evento passou a ser associa
do à idéia de expiação, apesar de que a intenção primeira era comemorar a libertação do jugo e da escravidão no Egito. A Páscoa judaica, portanto, era considerada uma das principais festas de Santa Convocação, quando todo povo era chamado a participar e todos se uniam em torno do mesmo propósito de adoração ao DEUS LIBERTADOR.
Também a Páscoa cristã, assim como a judaica, deve ser considerada como uma das principais e mais importantes data a ser comemorada.
Isso porque Jesus se fez em nosso cordeiro pascal, que foi crucificado, morto e sepultado para que, pelo sangue derramado sobre nossas vidas, pudéssemos ser reconciliados com DEUS e pudéssemos ter vida plena e abundante. Afinal, foi na Páscoa que Jesus venceu a morte, ressuscitou e nos deu vida, juntamente com Ele. Em Jesus, tornou-se realidade a Palavra da profecia, que diz: “O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados; a apr
egoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os que choram” (Is. 61.1, 2).
A Páscoa cristã é o símbolo de vida, de vida eterna, conquistada pelo próprio Deus, que se fez homem, morrendo “uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito,” (cf. I Pe. 3.18).
Hoje, enquanto a maioria das pessoas comemora a Páscoa comendo ovos de chocolate nós, que fomos escolhidos e chamados a conhecer da verdade, comamos também, mas com a certeza de que somos salvos.
Tenhamos alegria e júbilo, porque somos livres. Mas sem esquecer que fomos comprados, e, portanto, somos escravos. E como servos devemos nos portar “com temor durante o tempo da vossa peregrinação, sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (I Pe. 1.17- 19).
SOMENTE A DEUS SEJA DADA A GLÓRIA!!!
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
em número de aflições que atingem ao mundo e ao nosso povo também. Esses líderes têm colocado a situação de uma forma que até parece que o demônio tem Jesus “encurralado” em um canto do ringue.Eles, por meio das palavras, afirmam que Deus é Soberano, que Ele reina supremamente no céu e na terra e afirmam que tudo está sob o seu controle. No entanto, ao mesmo tempo, por meio de suas filosofias e teorias, colocam Deus em segundo plano, a partir do momento em que “tiram” de seu controle qualquer preocupação mais imediatas que pudesse ter com Sua própria criação, e que, portanto, afligem ao próprio homem, colocando-as todas como “ordenação das leis naturais”, absolutamente abstratas e impessoais.
Excluem Deus até mesmo do âmbito das atividades humanas, dizendo que o homem pode determinar sua própria sorte. E quando as coisas não dão certo colocam a culpa em Satanás.
De forma alguma quero discordar que o Maligno seja o culpado por grande parte dos males que afligem a humanidade, mas devemos entender que grande quantidade desses males ocorre devido a irresponsabilidade do próprio homem. Ou seja, atribui-se ao diabo aquilo que, na verdade, procede de seus próprios corações maus (cf. Mc. 7:21-23).
Deus. E querem demonstrar essa “verdade” mostrando o cenário de caos e confusão que predomina no mundo; apontam para a primazia que o pecado e a ilegalidade tem obtido perante todas as sociedades modernas; mostram a ascensão de homens perversos e de impostores e que a cada dia tornam-se piores (II Tm.3:13). A violência hoje em dia é de tal porte, que muitas vezes vemos pessoas que pertencem a Deus confusas e se perguntando: O que Deus está fazendo? Será que Ele está me ouvindo? Por que Ele está impotente? Por que Ele é tão indiferente?
E existem alguns líderes que emitem a opinião que Deus não pode impedir tão grande violência. Que tudo isso não está sob o seu controle. Que toda a autoridade deste mundo está nas mãos do Maligno, e portanto, está fora do controle de Deus.
Essas coisas fazem acreditar que o diabo tem um enorme poder concentrado em suas mãos e que, ao mesmo tempo, Deus está enfraquecido e ausente de todo esse processo. E diante desse quadro cabe a pergunta: Quem realmente tem o controle do mundo?
E respondo dizendo que isso depende do ângulo de visão de cada pessoa. Isso depende se você anda pela fé, ou pelas aparências.
Se você tem andado pelas aparências, com certeza, tem se perguntado por que Deus tem se omitido, ou por que Deus demora tanto em agir aqui ou acolá. Se você baseia seu relacionamento com Deus naquilo que você está vendo, então não há dúvidas que você tem em Deus um ser absolutamente distante, impessoal e que não mais se importa com sua criação.
Mas, o quê de fato é andar pela fé?
Segundo A.W. Pink, andar pela fé significa que “nossos pensamentos são formados, nossas ações são reguladas, nossa vida é moldada pelas Sagradas Escrituras, porque ‘a fé vem pela pregação, e a pregação pela Palavra de Cristo’ – Rm. 10:17”. Ou seja, andar péla fé é andar confiante na Palavra de Deus, é andar sabendo que Deus está no controle de todas as coisas e nada se desviará dos seus propósitos e vontades; andar pela fé é andar em concordância com aquilo que Ele quer de nós e para nós. Isso é andar pela fé.Andar pela fé não é sair ‘determinando’ nada para Deus. Andar pela fé não ‘não aceitar’ aquilo que está posto por Deus à nossa frente e ‘rejeitar’ aquilo que não nos agrada; com certeza não agradava a Jesus ir para a cruz e por isso Ele disse ‘se for possível passa de mim esse cálice’. Ele não rejeitou, Ele não disse ‘não aceito’, apenas disse: ‘se possível’.
der da Palavra da Verdade, porque é através dela que entendemos qual o relacionamento entre Deus e o mundo.
lia, de forma clara, afirma que Deus criou todas as coisas, que as domina e reina sobre toda obra de suas mãos. Afirmam, ainda, que Deus é Todo-Poderoso, que Sua vontade é irreversível, e que Ele é soberano absoluto em cada recanto de seus vastos domínios. E tem que ser assim. Não podemos entender de outra maneira, caso contrário Deus não seria Absoluto, nem Altíssimo, nem Poderoso; ou seja, Deus não seria Deus.sábado, 22 de agosto de 2009
DIÇÕES HEREDITÁRIASJá não é de hoje que tenho grandes preocupações com maldições hereditárias, saber que pode recair sobre si algo, no caso uma maldição, que geralmente nem temos conhecimento é no mínimo assustador. E, segundo os especialistas na área, não importa o que façamos, aquele mal estará sempre pronto para nos “pegar na esquina”.
Isso se torna muito preocupante, será que algum dos meus antepassado pecou de tal forma que deixou como herança uma maldição sobre todos nós?
Provavelmente essas coisas se pareçam mais com argumento de filme de terror do que com vida real, mas existem diversos grupos neo pentecostais que defendem o argumento das maldições hereditárias como uma realidade na vida do ser humano, e o pior, na vida do próprio crente. Ou seja, segundo eles, não importa o seu arrependimento pessoal, Deus vai cobrar de você os erros de seus antepassados.
E eles ainda argumentam que “DEUS não pode fazer nada senão iria contra sua própria palavra” (sic), tentando prender ao Soberano por meio de jogos de palavras humanos. Eles não entendem (ou fazem acreditar que não entendem) que Deus faz tudo aquilo que ELE MESMO desejar e que ELE PODE fazer o que quiser.
No entanto descartam o versículo 6 que diz: “e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.”. Também nunca leram que em Tg. 4:7 diz: "Sujeitai-vos, pois, a Deus, resiti ao diabo e ele fugirá de vós" .
Com isso descartam a possibilidade de que Deus esteja usando de uma forma figurada para demonstrar sua imensa longanimidade e infinita misericórdia. Não levam em conta os diversos textos onde é falado do amor de Deus; esquecem de textos como Ne. 9:17- 19; Na. 1.3, que falam de como Deus é tardio em irar-se, se esquecem de textos como Sl. 106.1; Lc. 1.50 que falam que a misericórdia de Deus é para sempre. Não se lembram das alianças de Deus com o homem e que todas foram unilaterais: de DEUS para com o homem, nunca ao contrário.

Essas pessoas, que defendem a tese das maldições hereditária, parece que não entenderam o sacrifício que o próprio Deus fez ao ser tornar um igual a nós e morrer numa cruz, se fazendo maldição,como forma de transformar esse símbolo de maldição em símbolo de amor e misericórdia. Transformar a maldição em benção, através de seu sangue vertido naquela cruz.
Eles não conseguem entender a profundidade do significado que tem textos como, por exemplo:
· Jó 34:12: Na verdade, Deus não procede maliciosamente; nem o Todo-Poderoso perverte o juízo.
· Salmos 25:10: Todas as veredas do SENHOR são misericórdia e verdade para os que guardam a sua aliança e os seus testemunhos.
· Salmos 111:7: As obras de suas mãos são verdade e justiça; fiéis, todos os seus preceitos.
· João 8:32: e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
· João 14:6: Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.
Não levam em conta Ezequiel capítulo 18, onde Deus, de forma muito clara, diz que o pai não pagará pelo pecado do filho, assim como o filho não pagará pelo pecado do pai. Que cada um é responsável por seu próprio pecado, e que cada um será julgado por seu próprio pecado.
Esses “teólogos”, ao não levarem em conta Ez. 18, e fazem Deus um mentiroso, fazem de DEUS apenas um deus. Tiram de Deus toda sua soberania, e tiram do sacrifício de Cristo todo o poder de libertação.
Transformam palavras como 2ª Co. 5:17 (“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.”) em frases de retórica, ou pior, em mentiras.
Essas pessoas transformam Deus em mentiroso e afirmam que não podemos ter a vida em abundância, prometida por Jesus em João 10, se não fizermos a quebra de vínculos, libertação, ou que nome venham dar.
Mas, parece que não entendem que Jesus afirma claramente que o diabo veio roubar, matar e destruir, Ele, no entanto, veio para trazer VIDA EM ABUNDÂNCIA. E Ele não fala em condicional, ao contrário, diz que dá sua vida pelas ovelhas.
É hora de deixarmos as “fórmulas milagrosas” que nos darão prosperidade e buscarmos a verdadeira prosperidade que está em Cristo Jesus, nosso senhor. Como diz o apóstolo Paulo:
“Como te roguei, quando parti para a Macedônia, que ficasses em Éfeso, para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina, nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis, que mais produzem questões do que edificação de Deus, que consiste na fé, assim o faço agora.”. E em Apocalipse 22: 18 diz: “Porque eu testifico, a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro”

Cuidado! Com Deus não se brinca!
“Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.” (Hb. 10:31)