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domingo, 7 de outubro de 2012

Instrui a criança


Instrui a criança

A poucos dias tive conhecimento de um trecho do livro “Transformando crianças em campeões”, de George Barna, e fiquei muito admirado com o nível de enganos a que somos submetidos por líderes reconhecidos, seja no Brasil ou no mundo. (continue lendo aqui)



terça-feira, 30 de agosto de 2011

DEUS OU O DIABO?


DEUS OU O DIABO? 

Em nosso arraial, muitos líderes, tem tido a prática de culpar o diabo por um sem número de aflições que atingem ao mundo e ao nosso povo também. Esses líderes têm colocado a situação de uma forma que até parece que o demônio tem Jesus “encurralado” em um canto do ringue. (para continuar lendo aqui)

domingo, 21 de agosto de 2011

O CREDO NICENO-CONSTANTINOPOLITANO


O CREDO 
NICENO-CONSTANTINOPOLITANO

O Credo Niceno, foi composto pelo concílio de Nicéia, em 325 A.D., contra as heresias pronunciadas pelo arianismo que, de certa forma, continuava atormentando os líderes cristãos da época. Posteriormente, nos concílios de Calcedônia (451 A.D.) e de Toledo, na Espanha (589 A.D.), recebeu pequenas modificações. Este credo expressa com maior precisão, clareza e exatidão a doutrina da Trindade.


A Igreja Cristã vinha se desenvolvendo e recebendo aceitação em todas as camadas sociais, e com isso passou a sofrer maior oposição de Roma e do judaísmo, na forma de perseguições e a morte daqueles que professavam à fé cristã. Entretanto, este não foi o único tipo de perseguição sofrida pela igreja. Se por um lado o governo de Diocleciano (284-305) se tornava cada vez mais feroz e brutal, por outro lado, teve início uma nova forma de ataques contra a igreja. Aqueles que se posicionavam contrários a fé se juntaram para  tentar destruir tudo que até ali fora ministrado como verdade e revelação direta de Deus para o homem. E foi diante dessa necessidade de defesa da fé e de resposta contra as heresias cristológicas lançadas por Ário e seus seguidores, que surgiu o Credo Niceno. CLIQUE AQUI

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A APROXIMAÇÃO DOS FALSOS PROFETAS


A APROXIMAÇÃO DOS FALSOS PROFETAS

Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus. (Ef. 5.15, 16 - CRF)

Dia após dia temos assistido o avançar de ‘teologias’ que, na verdade, são aberrações inventadas pela vaidade humana que não admite nada superior a si mesmo, nem mesmo Deus.

O pior é que pessoas têm se iludido e, dentro dessa ótica utópica, acabam se afastando do verdadeiro Caminho que conduz ao Criador. Apesar da advertência do Senhor Jesus que nos disse: “se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém sobreviveria; mas, por causa dos eleitos, aqueles dias serão abreviados.” (Mt. 24.22 - CRF).

Para continuar lendo clique aqui

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Credo Apostólico

O Credo Apostólico

O Credo Apostólico é, sem nenhuma dúvida, o mais conhecido de todos os credos existentes; a tradição geralmente atribui este credo aos doze apóstolos. Entretanto, alguns estudiosos acreditam que ele tenha sido desenvolvido em período posterior, a partir de pequenas confissões batismais usadas pelas igrejas dos primeiros séculos. click aqui

quinta-feira, 30 de junho de 2011

DEUS É SÓ AMOR?

DEUS É SÓ AMOR?

Alguém disse que só poderíamos ter uma idéia do amor de Deus, ao nos tornarmos pais. Apesar de admitir que seja uma verdade, entendo que se trata de uma meia verdade, ou melhor ainda, uma verdade parcial.

Alguém poderá questionar: “Como verdade parcial? Essa analogia não está mostrando o quanto Deus é compreensivo e perdoador? Não está nos ensinando que apesar de as vezes, sermos desobedientes, Ele compreende que é apenas ‘uma fase’?”

De fato, ao afirmar que ao sermos pais poderemos entender melhor o amor de Deus, mas estaremos entendendo o lado do Pai; não estaremos olhando para o lado do Rei soberano, nem para o Santo dos santos, nem mesmo estaremos olhando para o Deus que é absolutamente Justo.

De certa forma estaremos menosprezando seu senso de justiça, estaremos diminuindo sua santidade e negando sua soberania.

Eu sei que essa idéia é muito interessante, e até mesmo essencial, como meio de justificação, mas não serve como meio de santificação e ensino do evangelho de Cristo. Até mesmo porque tal maneira de pensar leva a centralização de evangelismo, sem conduzir o povo ao entendimento verdadeiro do que seja a real natureza e caráter de Deus.

Eu sei que, sem dúvida, é muito melhor falar em amor e perdão de Deus, do que em santidade e justiça. Falar apenas do amor de Deus é a forma de apontar para fim, sem apontar os meios.

O relativismo hipócrita que tem invadido nossas igrejas, que tem sido colocado em prática pelos mais destacados líderes evangélicos da atualidade, tem causado muito mais males do que as seitas. Isso porque esse relativismo, tendo feições de “piedosa manifestação do amor de Deus” é, na verdade, o caminho mais próximo para o abismo e para a perdição.

Esse relativismo hipócrita é um caminho que não aponta para a necessidade de conversão do ser humano e nem da busca incessante pela santidade pessoal, fala apenas de um perdão piedoso por parte de Deus, mas não indica o caminho que leva a cruz de Cristo pela negação da vontade própria e a conseqüente necessidade de submissão à vontade do Soberano e Altíssimo Senhor do Universo.

Falar apenas no amor de Deus, é falar de apenas um atributo de Deus. É de certa forma negar, ou pelo menos diminuir, os demais atributos divinos. É mutilar a essencial d’Aquele que é Auto existente, que sempre existiu e que existirá para sempre.

Falar apenas do amor de Deus é formar crentes sem noção da realidade de Deus, que acreditam que podem fazer tudo e que Deus lhes dará e perdoará tudo.

Talvez seja por darmos maior destaque a apenas um dos atributos de Deus, que tenhamos tantos crentes fracos na fé, que tenhamos tantos crentes doentes e tantos que estão abandonando a fé. Porque são pessoas que conhecem apenas um atributo de Deus e quando Deus se manifesta com outros atributos, essas pessoas, se deixam abalar e caem.

Conhecer a Deus é ter consciência de que, por ser Ele o soberano Senhor de todas as coisas, lhe devemos total e irrestrita obediência e, portanto, nos colocar de joelhos clamando por misericórdia; ao mesmo tempo em que nos colocamos ante seu Trono de glória em total reverência, obediência e santo temor, na certeza que estamos ante o Rei justo e soberano de toda a terra. Sem, contudo, esquecer que nos fez seus filhos por meio de seu Filho, que morreu em uma cruz para nos justificar e nos conduzir para o Reino celeste.

Conhecer a Deus é aprender a Bíblia, que é a divina inspiração da auotorevelação de Deus para o homem e dela extrair toda a verdade necessária para nos tornarmos verdadeiros cristãos.

Conhecer a Deus é dar-lhe toda honra e todo o louvor, como diz em Ap. 4.11: Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.”.

Conhecer a Deus é render-lhe graças por tudo quanto já fez por nós e que muito mais ainda fará. Conhecer a Deus é dizer: “Amém. Louvor, e glória, e sabedoria, e ação de graças, e honra, e poder, e força ao nosso Deus, para todo o sempre. Amém.” (Ap. 7.12).


SOMENTE A DEUS SEJA DADA A GLÓRIA!!!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

FALSOS PROFETAS DE UM NOVO TEMPO

FALSOS PROFETAS DE UM NOVO TEMPO

Os tempos mudaram muito. A tempos atrás a televisão, especialmente a TV Globo, não falava dos evangélicos; hoje fala, tá certo que grande parte das vezes é na área policial, mas isso é apenas um detalhe.

Tá certo! Eu sei que isso não é legal, mas ...

 Eu também sei que muitas vezes se fala do envolvimento dos evangélicos na política; o único problema é que geralmente a notícia trata sobre algum escandalo de corrupção, mas isso é apenas outro detalhe.

Nos escandalizávamos com todos os artificios corruptos do PT e, para nosso desgosto, apareceu em rede nacional um deputado evangélico orando em gratidão (?) a Deus pela propina que estava recebendo (sic).

Achávamos que era o cúmulo essa história de dolares na cueca. Pois é, apareceram alguns “abençoados” que colocaram alguns milhares de dólares em uma Bíblia. Achamos vergonhoso que políticos enriqueçam através de maracutaias, contudo temos alguns “líderes” que são proprietários de haras. O pior é que volta e meia, infelizmente, ficamos sabendo que missionários são obrigados a retornar do campo por falta de condições para se manter.

Ainda pior é ver uma pesquisa que mostra que a média de oferta missionária, por evangélico brasileiro, é inferior a uma coca-cola (já ouvi um pastor confessar que ele pagava mais pela ração de seus cães, do que sua contribuição com oferta missionária). Contudo, existem alguns líderes evangélicos investindo em aviões particulares, ou alugando limusines.

É triste vermos que, na realidade, é o nome de Cristo que está sendo enxovalhado por seus escândalos; isso porque, normalmente, são homens e mulheres que se levantam reinvidicando, para si mesmos, autoridade sobre o povo de Deus e se afirmam “profetas do Altíssimo”.

São homens e mulheres que, ao mesmo tempo em que se denominam como “servos” de Deus, se auto proclamam como bispos, apóstolos, “pai”póstolos, patriarcas.  

São homens e mulheres que se dizem “servos”, mas apenas se servem dos fiéis e os comandam com mãos de ferro. São lobos querendo cuidar das ovelhas. São “pastores que se apacentam a si mesmos”.

Dizem que são “servos de Deus”, no entanto proclamam uma intimidade tão grande com o Altíssimo que chegam a “dar ordens” ao Senhor.  Como se a pedra pudesse ordenar, ao escultor, como ela deve ser esculpida. São “servos” que se importam mais com números e cifras, do que com vidas e salvação.

São pastores que não pastoreiam que não tiram os carrapichos do pecado e nem curam as feridas da dor. São pastores que não pastoreiam. Que ao invés de levar o rebanho para águas tranquilas, guia as ovelhas para o abismo.

São pastores que não pastoreiam. Que ao invés de levar as ovelhas a comer em pastos verdejantes, as envenena dando-lhes parras bravas.

Realmente, os tempos mudaram! Hoje, os evangélicos, já não são mais símbolos de moralidade e confiança.

Hoje, os evangélicos, podem ser equiparados a qualquer outro grupo religioso, com seus trambiqueiros, manipuladores, vigaristas e até mesmo falsários. Porque existem aqueles que falsificam até mesmo a Palavra de Deus, direcionando-a de acordo com sua a conveniência pessoal.

E existem aqueles que falsificam a Palavra de Deus ridicularizando o Espírito Santo, são pessoas que assumem o púlpito e, ao invés de pregar a Palavra de Deus, ficam, dando risadas, imitando animais, engatinhando, transformando, de forma demonica, o culto a Deus em um espetáculo circense. São pessoas que, dia após dia, confundem a cabeça do povo falando da necessidade em ter determinadas experiências “sobrenaturais” que as pessoas provavelmente nunca terão.

São pessoas que pregam o evangelho sem a cruz; o perdão sem a conversão; a conversão sem o arrependimento. São pessoas que pregam um Cristo Salvador, mas não pregam ao Cristo SENHOR.

E faz com que lembremos da frase de A. W. Pink, que diz: “Não perguntamos: ‘Cristo é seu Salvador’, mas: ‘É Ele, real e verdadeiramente, seu Senhor?’ Se Ele não for seu Senhor, então, com a mais absoluta certeza, Ele     não é seu Salvador”. 

Pregam a necessidade de mudanças, de atualização com os tempos modernos e, contanto que suas igrejas estejam cheias, não se importam que o mundo entre nas igrejas; não se importam que “pequenos” vícios, se transformem em grandes pecados dentro da igreja.

Porém, com todo temor que isso se nos impõe eu ouso falar de forma profética: Eis que assim diz o Senhor Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Ap. 22.20).

E afirmo que quando Ele vier, esses falsos profetas, com certeza, ouvirão do Senhor: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos.” ( Mt. 25.41);

E tenho essa convicção fundamentada porque “assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu estou contra os pastores e deles demandarei as minhas ovelhas; porei termo no seu pastoreio, e não se apascentarão mais a si mesmos; livrarei as minhas ovelhas da sua boca, para que já não lhes sirvam de pasto. Porque assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu mesmo procurarei as minhas ovelhas e as buscarei. Como o pastor busca o seu rebanho, no dia em que encontra ovelhas dispersas, assim buscarei as minhas ovelhas; livrá-las-ei de todos os lugares para onde foram espalhadas no dia de nuvens e de escuridão.” (Ez. 34. 10-12).


SOMENTE A DEUS SEJA DADA A GLÓRIA!!!

sexta-feira, 5 de março de 2010

HOMENS QUE DEUS USA:










HOMENS QUE DEUS USA:

Alguém perguntou a São Francisco de Assis como ele conseguia realizar tantas coisas. Sua resposta foi esta:
“Esta deve ser a razão: O Senhor olhou do céu e disse: ‘onde posso encontrar o homem mais fraco, menor e mais medíocre sobre a terra?’ Então Ele me viu, e disse: ‘Eu o encontrei, ele não vai se vangloriar, porque ele verá que Eu o estou usando por causa da sua insignificância.’”.


Sem dúvidas, nossa insignificância é tão grande que não vale a pena falar dela. Porém, e cada dia mais, temos visto pessoas, orgulhosamente, se levantando para “determinar” aquilo que Deus deve fazer, são pessoas que negam a soberania de Deus, se não de forma direta, pelo menos indiretamente. Através de suas filosofias e teorias relegam Deus a um segundo plano.

Em nome do livre arbítrio reduzem Deus a um ser fraco, que em nome do relacionamento com suas criaturas abriu mão de sua soberania sendo, portanto, incapaz de determinar o que quer que seja. E, ainda mais, que Ele vai se adequando às vontades humanas.

Transformam o Criador em simples mordomo, que não tem poder para determinar, mas, ao contrário, de acordo com a conveniência humana, vai redesenhando a história de acordo com essas conveniências.

A teologia da Prosperidade tem usado textos sagrados do AT, em contextos que provem suas teses, mesmo que essas teorias possam ser contestadas e até desmontadas.

Diversas correntes evangélicas têm feito uma tão grande miscigenação, que já não se sabe se são realmente evangélicas ou se são espíritas. Ensinam “simpatias” para conquistar seus interesses e transformam o evangelho em mercadoria, onde que “paga” mais, recebe mais “bênçãos”.

Apontam para um caminho de “bênçãos”, mas não apontam para o caminho de mudança de vida, de busca de santidade, de ter uma vida para glória de Deus. Não apontam para a necessidade de que o crente tome decisões eticamente comprometidas com as verdades contidas na Palavra de Deus e de que viva o evangelho de uma forma sincera e real, assim como vem sendo pregado desde os profetas.

E como se não bastasse a teologia da Prosperidade, ainda temos que enfrentar a “teologia relacional”, que considera a concepção tradicional de Deus como inadequada, ultrapassada e insuficiente e se apresentam com uma nova visão sobre Deus e sua maneira de se relacionar com sua criação. Nessa sua visão destacam que:

1. Deus é o amor e esse é seu atributo mais importante, todos os demais atributos de Deus ficam subordinados a ele. Devido esse fato Deus é tão sensível que se comove com os dramas ocorridos com suas criaturas.

2. Deus não é soberano, pois a soberania de Deus interferiria no livre arbítrio do homem e, só pode haver com real relacionamento entre Deus e suas criaturas, se estas tiverem real capacidade e liberdade para cooperarem ou contrariarem os desígnios de Deus. Ou seja, Deus abriu mão de sua soberania por amor ao homem e se tornou incapaz de realizar tudo aquilo que desejaria, como impedir tragédias ou o avanço do mal.

3. Deus não é onipresente e, portanto, ignora o futuro. Segundo essa teoria Deus vive no tempo, e não fora dele. Ele também não é onisciente e vai aprendendo com o passar do tempo. O futuro só pode ser determinado por uma combinação do suas criaturas decidem fazer, Isso indica que, segundo suas idéias, o futuro não está determinado e os seres humanos são absolutamente livres para decidir o que quiserem, sem que Deus possa interferir.

4. Deus, por não ser onisciente, ao criar seres racionais livres se arriscou a perder tudo, pois não sabia qual seria a decisão dos anjos e de Adão e Eva. E continua a se arriscar diariamente porque ama suas criaturas, respeita a liberdade delas e deseja relacionar-se com elas de forma significativa.

5. Deus é vulnerável e passível de erros em seus conselhos e orientações. Além disso, em seu relacionamento com o homem, seus planos podem ser frustrados e Ele sofre por conta disso, como qualquer um de nós.

6. Deus é volúvel. Ele só é imutável em sua essência, no demais Ele muda seus planos e até mesmo se arrepende de decisões tomadas. Ele pode mudar suas decisões a partir do momento e que suas criaturas reajam contra elas. Os textos bíblicos que falam de arrependimento, segundo eles, não devem ser interpretados de forma figurada, porque eles expressam os sentimentos de Deus.

São conceitos extraídos da idéia de plena liberdade para o homem, de acordo com essas idéias, para que o homem possa ter livre arbítrio pleno, suas decisões não podem sofrer nenhum tipo de influencia, em decorrência, Deus não pode decretar nenhuma decisão e, também, não pode tê-las conhecido antecipadamente.

Voltaremos a tratar desse tema em especial, mas aqui gostaria de focalizar que todas essas teorias são saídas de mentes orgulhosas que não conseguem admitir sua insuficiência perante Deus, especialmente em matéria de salvação eterna.

São teorias de homens que orgulhosos que não querem reconhecer a supremacia de Deus, não admitem a realeza e a divindade de Deus e arvoram para si direitos que só Ele tem. São mentes contaminadas por filosofias hedonistas, pelo humanismo, iluminismo e por todo tipo de idéias que coloca o homem como principal, quando na verdade tudo foi feito para o “louvor de Sua honra”.

Devemos entender que Deus quer homens que sejam verdadeiros servos e não homens que se dizem servos verdadeiros.

Deus abateu todos os orgulhosos, antes de usá-los como verdadeiros servos. Paulo ensinou que “o Espírito de Deus produz o amor, a alegria, a paz, a paciência, a delicadeza, a bondade, a fidelidade, a humildade e o domínio próprio. E contra essas coisas não existe lei” - (Gl.5:22-23).
São homens que se julgam sábios aos seus próprios olhos, mas a Bíblia diz: “Ai dos que são sábios a seus próprios olhos” – (Is 5:21a). E Rm. 12:16c completa: “não sejais sábios aos vossos próprios olhos”.

É hora de aprendermos com o Catecismo Batista de 1855, que indaga:

1. Pergunta: Qual é o objetivo principal do homem?
Resposta: O objetivo principal do homem é glorificar a Deus (I Co.10:31), e ter comunhão com Ele para sempre (Sl 73:25-26).

Devemos ter os “cinco solas” presentes em nós, para não perder de vista nossa realidade como cristãos. Portanto, devemos ter claro que:
1) SOLA SCRIPTURA: somente as Escrituras como regra de vida e fé;
2) SOLA CHRISTUS: somente Cristo, por sua obra redentora pode proporcionar a salvação;
3) SOLA GRATIA: somente a Graça de Deus e que pode nos resgatar da ira divina;
4) SOLA FIDE: somente a Fé e que pode nos conduzir a apropriação do ato de salvação proporcionado por Deus, através de Jesus e que a Ele somos conduzidos por meio do Espírito Santo;
5) SOLA DEO GLORIA: somente a Deus devemos dar Glória e toda Honra.

Portanto, toda nossa vida deve ser voltada exatamente para proclamar o Reino de Deus aqui na terra, se necessário até com palavras.


TODA GLÓRIA SEJA DADA A DEUS E SOMENTE A ELE!!!!!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

CARTÃO DE VISITAS


Um senhor de 70 anos viajava de trem tendo ao seu lado um jovem universitário que lia o seu livro de ciências.


O senhor, por sua vez, lia um livro de capa preta. Foi quando o jovem percebeu que se tratava da Bíblia e estava aberta no livro de Marcos. Sem muita cerimônia o jovem interrompeu a leitura do velho e perguntou:


- O senhor ainda acredita neste livro cheio de fábulas e crendices?


- Sim, mas não é um livro de crendices. É a Palavra de Deus. Estou errado?


O jovem de forma muito arrogante e até um pouco desrespeitosa responde:


- Mas é claro que está! Creio que o senhor deveria estudar a História Universal. Se o fizesse veria que a Revolução Francesa, ocorrida há mais de 100 anos, mostrou a miopia da religião. Somente pessoas sem cultura ainda crêem que Deus tenha criado o mundo em seis dias. O senhor deveria conhecer um pouco mais sobre o que os nossos cientistas pensam e dizem sobre tudo isso.


O ancião mostrando certo interesse indaga ao jovem:


- É mesmo? E o que pensam e dizem os nossos cientistas sobre a Bíblia?

Cheio de auto confiança o jovem prossegue:


- Bem, respondeu o universitário, como vou descer na próxima estação, falta-me tempo agora, mas deixe o seu cartão que eu lhe enviarei o material pelo correio com a máxima urgência.


O velho então, cuidadosamente, abriu o bolso interno do paletó e deu o seu cartão ao universitário.


Quando o jovem leu o que estava escrito, retirou-se cabisbaixo e, ao mesmo tempo, sentiu-se humilhado e traído por suas palavras e atitudes. Pois o dono daquele cartão era o ilustre Professor e Doutor Louis Pasteur, Diretor Geral do Instituto de Pesquisas Científicas da Universidade Nacional da França.





“Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima”. Louis Pasteur.




(A história aqui relatada é verídica e ocorreu durante o ano 1892, sendo faz parte de sua biografia).

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

DEUS OU O DIABO?

Em nosso arraial, muitos líderes, tem tido a prática de culpar o diabo por um sem número de aflições que atingem ao mundo e ao nosso povo também. Esses líderes têm colocado a situação de uma forma que até parece que o demônio tem Jesus “encurralado” em um canto do ringue.

Eles, por meio das palavras, afirmam que Deus é Soberano, que Ele reina supremamente no céu e na terra e afirmam que tudo está sob o seu controle. No entanto, ao mesmo tempo, por meio de suas filosofias e teorias, colocam Deus em segundo plano, a partir do momento em que “tiram” de seu controle qualquer preocupação mais imediatas que pudesse ter com Sua própria criação, e que, portanto, afligem ao próprio homem, colocando-as todas como “ordenação das leis naturais”, absolutamente abstratas e impessoais.

Excluem Deus até mesmo do âmbito das atividades humanas, dizendo que o homem pode determinar sua própria sorte. E quando as coisas não dão certo colocam a culpa em Satanás.

De forma alguma quero discordar que o Maligno seja o culpado por grande parte dos males que afligem a humanidade, mas devemos entender que grande quantidade desses males ocorre devido a irresponsabilidade do próprio homem. Ou seja, atribui-se ao diabo aquilo que, na verdade, procede de seus próprios corações maus (cf. Mc. 7:21-23).

Segundo esses “teólogos” quem está no comando do mundo é o próprio Satanás e não Deus. E querem demonstrar essa “verdade” mostrando o cenário de caos e confusão que predomina no mundo; apontam para a primazia que o pecado e a ilegalidade tem obtido perante todas as sociedades modernas; mostram a ascensão de homens perversos e de impostores e que a cada dia tornam-se piores (II Tm.3:13).

A violência hoje em dia é de tal porte, que muitas vezes vemos pessoas que pertencem a Deus confusas e se perguntando: O que Deus está fazendo? Será que Ele está me ouvindo? Por que Ele está impotente? Por que Ele é tão indiferente?

E existem alguns líderes que emitem a opinião que Deus não pode impedir tão grande violência. Que tudo isso não está sob o seu controle. Que toda a autoridade deste mundo está nas mãos do Maligno, e portanto, está fora do controle de Deus.

Essas coisas fazem acreditar que o diabo tem um enorme poder concentrado em suas mãos e que, ao mesmo tempo, Deus está enfraquecido e ausente de todo esse processo. E diante desse quadro cabe a pergunta: Quem realmente tem o controle do mundo?

E respondo dizendo que isso depende do ângulo de visão de cada pessoa. Isso depende se você anda pela fé, ou pelas aparências.

Se você tem andado pelas aparências, com certeza, tem se perguntado por que Deus tem se omitido, ou por que Deus demora tanto em agir aqui ou acolá. Se você baseia seu relacionamento com Deus naquilo que você está vendo, então não há dúvidas que você tem em Deus um ser absolutamente distante, impessoal e que não mais se importa com sua criação.
No entanto se você anda pela fé...

Mas, o quê de fato é andar pela fé?

Segundo A.W. Pink, andar pela fé significa que “nossos pensamentos são formados, nossas ações são reguladas, nossa vida é moldada pelas Sagradas Escrituras, porque ‘a fé vem pela pregação, e a pregação pela Palavra de Cristo’ – Rm. 10:17”. Ou seja, andar péla fé é andar confiante na Palavra de Deus, é andar sabendo que Deus está no controle de todas as coisas e nada se desviará dos seus propósitos e vontades; andar pela fé é andar em concordância com aquilo que Ele quer de nós e para nós. Isso é andar pela fé.

Andar pela fé não é sair ‘determinando’ nada para Deus. Andar pela fé não ‘não aceitar’ aquilo que está posto por Deus à nossa frente e ‘rejeitar’ aquilo que não nos agrada; com certeza não agradava a Jesus ir para a cruz e por isso Ele disse ‘se for possível passa de mim esse cálice’. Ele não rejeitou, Ele não disse ‘não aceito’, apenas disse: ‘se possível’.

Ele aceitou porque tinha certeza que o Pai estava no controle de todas as coisas. Ele não se guiou pelas aparências que o cercavam, mas andou pela fé, na certeza que Deus estava agindo em seu favor.

Mas para aprendermos quem de fato está controlando o mundo, precisamos aprender da Palavra da Verdade, porque é através dela que entendemos qual o relacionamento entre Deus e o mundo.

Se por vezes nos custa acreditar que Deus esteja no controle de todas as coisas, por que parece que as coisas tomam um rumo muito diferente daquilo que Deus projetou, não seria mais fácil de aceitá-las ao percebermos que todas essas coisas já estavam preditas nas Escrituras Sagradas, através das profecias de Judas?

Se olharmos apenas para o versículo 8 de Judas veremos que ali diz: “Ora, estes, da mesma sorte, quais sonhadores alucinados, não só contaminam a carne, como também rejeitam governo e difamam autoridades superiores.”
Quem está regendo as coisas na terra, Deus ou o diabo? O que nos diz as Sagradas Letras? Se crermos nas claras declarações da Bíblia não restará lugar para dúvida em nossos corações. Pois versículo após versículo ela declara que Ele é Rei, que está assentado no Trono do universo, que o cetro está em Suas mãos e que dirige todas as coisas ‘conforme o conselho de Sua vontade’. A Bíblia, de forma clara, afirma que Deus criou todas as coisas, que as domina e reina sobre toda obra de suas mãos. Afirmam, ainda, que Deus é Todo-Poderoso, que Sua vontade é irreversível, e que Ele é soberano absoluto em cada recanto de seus vastos domínios. E tem que ser assim. Não podemos entender de outra maneira, caso contrário Deus não seria Absoluto, nem Altíssimo, nem Poderoso; ou seja, Deus não seria Deus.

É hora de nos rendermos a Deus e ao seu maravilhoso poder. É hora de entendermos o que quer dizer ‘mas o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo.’ (Dn. 11:32 b).

A DEUS E SOMENTE A ELE SEJA DADA A GLÓRIA!!!